domingo, 23 de novembro de 2014

Canalização – 18/03/14

O óbvio, sempre nós somos tudo o que sempre foi.
Tudo o que há, sempre existiu em formas e situações diferentes.
Tudo se transmuta independentemente no tempo.
Somos como gotas d’água em uma corrente, caminhamos juntos, nos unimos, nos separamos, voltamos e nos encontramos em outro tempo e espaço em períodos diferentes, vindo de lugares diferentes e voltamos a ter um curso comum.
Nada se perde, o todo se transforma a partir da nossa transformação individual. Mas onde esta este limite da individualidade?
Quantas gotas d’água existe em você?
Quantas coisas trocamos todos os dias?
Matéria, energia, informação. Tudo isso vem do todo e nós somos parte desse todo ao mesmo tempo que temos o todo dentro de nós.
Inclusão “não justa” evitando do todo, estamos nos evitando e vice e versa.
Portanto não ficamos nas distinções, separações e segregações.
Unido.
Namastê.

Canalizado por João

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